terça-feira, 4 de abril de 2017
"13 reasons why": um recado para os pais de adolescentes
Preste atenção ao que seu filho está assistindo. Tem um seriado novo da Netflix, que se chama "13 reasons why".
A princípio, ela parece mais uma série de adolescentes no Ensino Médio, tempo em que os colegas são maus e o bullying é algo bem constante.
O seriado é sobre uma menina que comete suicídio e deixa várias fitas cassete que explicam as razões pelas quais ela decidiu se matar. As razões são vários colegas da escola, que praticam assédio e cometem bullying contra ela, consciente ou inconscientemente (apesar de que ninguém é cruel com outro alguém de forma inconsciente). Na série, os pais estão processando o colégio por ter sido negligente com a filha.
O assunto bullying está em voga nos últimos anos e deve sim, ser discutido. Mas, nesse caso, o assunto central é o suicídio da menina.
A série retrata temas importantes e isso é inegável, mas será que os adolescentes estão com a mente preparada para a forma como a série retrata o assunto? Talvez sirva de gatilho para as emoções em ebulição da adolescência.
Grande parte dos adolescentes é dramático por natureza e muito focado no "agora".
Não digo para não os deixarem assistir, mas para ficarem atentos, tanto à série e o que ela aborda, quanto ao comportamento do seu próprio filho.
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terça-feira, 14 de março de 2017
Com Cristo: trazendo a juventude à adoração
Jovens no mundo todo possuem o sonho de montar uma banda. E, dentro das igrejas, existem milhares, talvez milhões, de meninos e meninas presenteados por Deus com dons relacionados à música e que têm esse desejo. Mas o que faz o sonho se transformar em realidade? A “Com Cristo”, banda formada por membros da Juventude Onda, da Igreja Batista Resplandecente Estrela da Manhã (Ibrem), em Juiz de Fora, Minas Gerais, é um exemplo de sonho que se fez real.
Em julho de 2015 a Com Cristo lançou seu primeiro EP (gravado em estúdio), totalmente composto por músicas autorais. Cerca de 2 mil pessoas compareceram ao lançamento do disco, que aconteceu na tenda da Ibrem. Convites de diversas igrejas em Juiz de Fora e outras cidades do Brasil têm levado os jovens a espalharem a mensagem do Evangelho. O estilo alegre e espontâneo de adorar é o diferencial da banda.
Como tudo começou...
O desejo de expressar adoração através dos dons dados por Jesus partiu do líder, Gabriel Rodrigues. “Chegou um momento que surgiu em mim e na Gabriela Neves, o anseio de gerar em Deus uma banda que expressasse, através do louvor, a linguagem da nossa juventude”, explica Gabriel.
Mas, o que aconteceu para que tudo desse certo? De acordo com o jovem, junto com a Gabriela, vocalista do ministério, ambos submetiam-se às autoridades da igreja. “Buscávamos andar como a Bíblia relata acerca do profeta Samuel, que servia ao Senhor perante Eli, o sacerdote, respeitando as autoridades que Deus implantou sobre nós”. E, assim, o tempo foi passando.
Certo dia, enquanto aguardavam a esperada oportunidade, surgiu a proposta de começarem a tocar durante os cultos de jovens. Segundo Gabriel, eles ainda não tinham em mente quem seriam os músicos ou qual seria o nome do grupo, mas aquele era o início. “No final do ano de 2008, fomos convocados para montar a banda que tocaria no congresso de Carnaval do ano seguinte. A alegria foi inevitável! Deus se mostrou fiel para cumprir todas as promessas”, ressalta.
A formação da banda...
Mas, esse era somente o primeiro passo. Ainda era preciso pedir a Deus que enviasse as pessoas certas para integrarem o grupo. Os primeiros a aceitarem o desafio foram o Will, baixista e tio do Gabriel e seu filho, Lucas, tecladista. Em seguida, chegaram o Nilo, para compor a guitarra e o Matheus, na bateria.
Essa, que é a formação atual da banda, demorou um tempo até acontecer. Gabriel conta que orava e pedia que Deus enviasse as pessoas certas, porque antes ele mesmo havia tentado criar uma banda, que não deu certo. “Mas o desejo permaneceu em meu coração e passei a clamar por integrantes que fossem da vontade Dele, e assim aconteceu. Hoje, estamos juntos em um mesmo propósito: servir a Deus em nossa Igreja local e na Juventude Onda. O resto é consequência da vontade de Deus”, conclui.
O nome da banda...
O nome “Com Cristo” foi escolhido pelo próprio Gabriel e ele busca sempre lembrar aos integrantes da banda a responsabilidade que esse nome traz na vida de cada um. “Se não estivermos conectados com Ele não haverá unidade no ministério, ou melhor, o ministério nem existiria, porque, se Jesus é Deus e Deus é amor, sem Ele nada faz sentido”, ressalta o vocalista.
A primeira música autoral e a gravação do EP...
“Santo Espírito” a música que, inicialmente, parecia ser muito simples, quando ministrada pela primeira vez em um culto da juventude da Ibrem promoveu uma manifestação sobrenatural. A música é de autoria da Nathália Carneiro, irmã mais nova da Gabriela.
Gabriel ressalta que a banda já recebeu diversos testemunhos relacionados aos momentos em que essa música era ministrada e isso acabou despertando para que pudessem compor mais canções.
A gravação do EP não era algo esperado e foi incentivo do pastor Paulo Jabur. Segundo o líder da Com Cristo, Deus enviou profissionais capacitados, equipamentos de qualidade e recursos através de pessoas que investiram financeiramente.
“O apoio dos nossos pastores e igreja e a expectativa de pessoas que nem sequer conhecíamos nos cativou e nos confortava ainda mais no caminho para a conclusão desse projeto”, afirma Gabriel.
Confira aqui o vídeo da música DIGNO É O CORDEIRO. O vídeo mais acessado da banda.
Os desafios como jovens cristãos...
Gabriel entende que um dos maiores desafios dos jovens nas igrejas é a imaturidade, que só pode ser vencida através da submissão às autoridades que Deus instituiu. “Quando isso não acontece, eles se frustram, pois estão se esforçando e não conseguem ver frutos. Temos que seguir o exemplo de jovens citados na Bíblia, como Samuel, que servia ao Senhor perante Eli. Além de outros, como Daniel, Davi, José e Timóteo”, conclui.
De Juiz de Fora para o Brasil e o mundo!
A banda Com Cristo, que nasceu na Juventude da Igreja Batista Resplandecente Estrela da Manhã (Ibrem) vai gravar seu primeiro CD ao vivo.
O evento acontecerá no dia 15 de abril no templo da Ibrem às 19h30.
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segunda-feira, 30 de janeiro de 2017
"La La Land" e o preço do sucesso (Carta Capital)
Copio aqui um artigo da revista "Carta Capital", que fala bastante das minhas percepções sobre este filme. Além da produção ser linda, a temática é realmente diferenciada e vai além do "Felizes para sempre".
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| O musical tem como tema a busca de jovens artistas pela realização profissional. |
A espetacular cena de abertura de La La Land, um plano aberto quase sem cortes, tem a força de demover até o mais cáustico dos críticos de musicais. Dezenas de motoristas saem de seus carros para dançar, rodopiar e saltar entre e sobre os veículos, presos em meio ao trânsito caótico no viaduto de acesso à cidade de Los Angeles.
Tudo é perfeitamente sincronizado e grandioso em uma película filmada em cinemascope, como nos antigos musicais de Hollywood.
É um convite certeiro para mergulhar na história romântica de Mia (Emma Stone), uma aspirante a atriz, e Sebastian (Ryan Gosling), um pianista de jazz em busca da fama. Os dois, como milhões de jovens no mundo todo, também estão presos no trânsito e em vidas que ainda não decolaram.
Terceiro filme de Damien Chazelle (que escreveu e dirigiu Whiplash – Em busca da perfeição), La La Land – Cantando estações recebeu inéditos sete Globos de Ouro, vem abocanhando outros cobiçados prêmios e lidera a bolsa de apostas para ser o grande vencedor do Oscar.
Não é difícil analisar sob essa ótica: trata-se de um filme que rende generosas homenagens ao cinema e à música, em que nem os clichês desagradam, revela com certa criticidade a difícil trajetória para o estrelato e preenche a grande tela com memoráveis números musicais, como a dança de Mia e Sebastian levitando dentro um planetário. Só não espere sair do cinema com reflexões nas alturas.
Sem ser excessivos, os números musicais (com trilha sonora assinada por Justin Hurwitz) constroem uma narrativa que opta por ser mais singela e menos aprofundada sobre quem são Mia e Sebastian.
Passagens que poderiam ser mais bem exploradas, como a da peça que ela escreve e em que atua ou a da submissão dele às regras de uma banda de jazz moderno (capitaneada pelo cantor John Legend) para o qual é convidado, apenas tangenciam o drama contido nelas. Os personagens aceitam os destinos que lhes são impostos em nome do sucesso. Mas isso não reduz a mensagem que Chazelle quis transmitir.
Os musicais dos anos 1940 e 1950, embora os personagens pudessem conquistar tudo o que desejavam, traduziam uma época em que valores pessoais, como amor e sentimento, tinham mais relevância do que uma carreira. La La Land mostra que, nos dias de hoje, a ambição profissional fala mais alto e que a felicidade pode encontrar-se na realização do indivíduo.
Fonte: http://www.cartacapital.com.br/revista/936/la-la-land-e-o-preco-do-sucesso
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terça-feira, 1 de novembro de 2016
Você é filho adotivo
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| Fonte: Google - Revista Pais e Filhos |
“Contudo, aos que o receberam, aos que creram em seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus, os quais não nasceram por descendência natural, nem pela vontade da carne nem pela vontade de algum homem, mas nasceram de Deus.” João 1:12-13
“Pois vocês não receberam um espírito que os escravize para novamente temer, mas receberam o Espírito que os adota como filhos, por meio do qual clamamos: "Aba, Pai". O próprio Espírito testemunha ao nosso espírito que somos filhos de Deus. Se somos filhos, então somos herdeiros; herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo, se de fato participamos dos seus sofrimentos, para que também participemos da sua glória.” Romanos 8:15-17
Desde que me conheço por gente, algumas certezas em minha vida sempre foram constantes. Uma delas é o fato de ter o sonho de adotar uma criança. Minha visão é que a adoção por pessoas responsáveis e que tenham amor para dar é capaz de mudar o destino de uma pessoa. Talvez, aquele alguém passaria a vida toda em um abrigo, com o sentimento de abandono. Talvez crescesse revoltado, sem saber o motivo pelo qual veio ao mundo.
No entanto, não sei se um dia serei capaz de realizar esse sonho. Já ouvi de várias pessoas as razões pelas quais a adoção seria uma ideia ruim. Para muitos, adoção é um processo trabalhoso e as crianças tendem a ser problemáticas, ou seja, para eles não vale a pena. O que vale mesmo é ter o seu próprio filho (sempre que possível). É claro, que nem todos têm a possibilidade de adotar, seja por estrutura física, financeira ou, até mesmo, emocional. Mas, pensar assim não seria um tanto egoísta?
***
Voltemos nossa reflexão para a Bíblia e para a ação de Deus para com o homem. A Palavra Dele nos diz que se cremos no nome de Jesus recebemos o direito de sermos filhos de Deus. E somos filhos por adoção, consequentemente, irmãos de Jesus.
E quem é Jesus? Ele é o Filho de Deus. Se fôssemos imaginar de forma terrena: Jesus é o Filho de sangue e nós, os adotados. Imagina se Deus tivesse esse mesmo pensamento negativo que temos sobre adoção. “É trabalhoso e não vale a pena, pois eles dão muito trabalho. São muito problemáticos.” Nós não teríamos recebido a salvação e a justificação por meio de Cristo e tantos outros benefícios que a adoção traz para nós.
Ele nos tirou do Império das Trevas, das mãos de Satanás, que nos aprisionava em pecado, destruição e desilusão e nos trouxe para o Reino do Filho do seu amor (Cl 1:13). E, para que isso acontecesse, Ele precisou ver o seu próprio filho morrer. Jesus, o filho de sangue, morreu, para que nós pudéssemos nos tornar filhos de Deus por adoção. Para, assim, termos os mesmos direitos que Cristo tem. Sermos herdeiros de Deus como Cristo é. Recebermos o nome do Pai em nossa “certidão espiritual”. Essa certidão que tira o direito de Satanás sobre nós.
E Ele revelou esse amor infinito e incondicional por nós, seres problemáticos que, muitas vezes, não dão o devido valor ao sacrifício de Cristo, que zombam desse amor, que, em tantos momentos, fogem dos braços desse que deseja nos adotar.
É como se fôssemos uma criança abandonada à própria sorte, sedenta de amor, de uma casa, de um pai, mas que, quando esse pai se aproxima, o rejeita. Ou que, mesmo depois de já ter aceitado essa adoção, maltratam e são rebeldes com quem os amou.
Nós somos assim. Cada vez que não aceitamos o sacrifício de Cristo, cada vez que recusamos o amor de Deus, cada vez que caímos em pecado; perdendo o temor por Ele e pela Palavra, rejeitamos essa adoção.
Mas, quais são as consequências de uma adoção?
- A partir do momento que uma pessoa é adotada, ela recebe o nome do pai. Com Deus não é diferente. A adoção nos dá o direito de usar a autoridade do nome de Jesus (Jo 16:23-24).
- Por ter o nome do pai, o adotado passa a ter direitos na herança. A Palavra de Deus afirma que nos tornamos co-herdeiros com Cristo na glória de Deus (Rm 8:17).
- Quando temos família, podemos dividir nossas lutas. Jesus fala para colocarmos todo o fardo que carregamos sobre o ombro Dele (Mt 11:28-29).
- Quando somos filhos, temos liberdade suficiente para pedirmos ao pai o que precisamos. E é o pai, o supridor das necessidades da família. A Bíblia afirma que Deus supre nossas necessidades e essa adoção traz para nós riquezas em Cristo (Fp 4:19).
- Se antes, como órfão, não existia quem o disciplinasse, agora, como filho de Deus, Ele mesmo te ensinará os caminhos. (Hb 12:5-11)
Usufrua dos benefícios de ser filho do pai mais amoroso que poderia existir. Ele te criou e, por isso, te conhece melhor do que qualquer outro. Ele te ama, deseja ter um relacionamento contigo e te guiar por caminhos de benção e paz (Jr 29:11-13). Os sonhos Dele para você são melhores e maiores do que você possa imaginar (I Co 2:9).
Corra para os braços do Pai. Não só nesse dia, mas todos os dias. Não somente quando tiver problemas, mas também para aproveitar a presença doce e acolhedora do Pai celestial.
Ele te ama e quer te adotar. Você aceita ser filho Dele?
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domingo, 28 de agosto de 2016
Antes dos 30 anos e já vi meu país afastar dois presidentes do poder.
(Texto escrito em 12 de maio, quando a presidente foi afastada por 180 dias do poder)
Parece que os anos de "sossego" em nosso país são poucos.
Nasci em 1986, ano entre o grito pelas Diretas Já (83/84), a volta do governo civil (85) e a nova Constituição (88), que estabeleceu o Brasil como um estado democrático de direito.
Em 1992, eu tinha seis anos e lembro que a boneca do armarinho próximo à minha casa tinha um preço de manhã e outro à tarde.
E foi nesse ano que Collor foi destituído.
Collor que, atualmente é Senador (eleito pela população), e votou a favor do impeachment da Dilma.
Lembro da chegada do Plano Real em 1994 e que CR$ 2.750,00 (Cruzeiros reais) agora equivalia a R$1,00.
E R$1,00 equivalia a US$1,00. (A cotação hoje está em R$3,49).
E do ano que nasci até quando o Real foi instituído, o Brasil já tinha passado por outras quatro moedas.
E, a partir daí, as mudanças foram muitas.
Com o tempo paramos de ouvir sobre a dívida externa, que assombrava o país.
A economia começou a entrar em ascensão e o Brasil começou a voltar ao eixo.
Foram oito anos de um governo de direita e, até agora, já havíamos ultrapassado 12 anos de outro governo, que era pra ser de esquerda.
A corrupção, que já existia, (sim, ela existe desde que o mundo é mundo, desde a chegada da Côrte Portuguesa ao Brasil, desde sempre! Não é invenção do PT), parece que tomou uma proporção catastrófica e entrou em evidência. O tapete foi levantado e a sujeira apareceu.
Como uma montanha-russa, depois de uma grande subida, cheia de tensão e ansiedade, a descida foi de dar frio na barriga.
Parece que a queda foi brusca.
Foram muitas as conquistas sociais, não tenho como discordar.
Porém, algumas de maneira irresponsável. E foi aí que começou a queda.
E provérbios 16:18 já alerta, "a soberba precede à ruína..."
Nada fizeram para mudar a situação, foram destituídos do poder.
O problema é que as substituições não são nada favoráveis.
Saiu o 6 e entrou o meia dúzia.
Mas, talvez se o 6 não tivesse caído, o orgulho tivesse vencido.
A esperança é buscar ver o futuro com olhos positivos.
Da primeira vez, a mudança foi positiva. Veremos agora.
E se esse tiver que sair para que possamos escolher outro, que saia também.
Nossa fé não está em homens, mas em um Deus que governa e conhece todas as coisas.
Que o povo brasileiro pense bem antes de votar. (É uma paixão minha desde pequena, quando fazia questão de acompanhar meus pais às urnas e ia marcar o X na cédula).
Que o povo não brinque, votando em palhaços (que tem se saído mais sério do que os homens dito "sérios").
Que o povo não vote com sentimento de ódio nos corações.
Que o voto seja pensando no país e não em uma bandeira ou partido.
Li um tweet de alguém que perguntava: Como vou explicar ao meu filho que temos um novo presidente se não aconteceram novas eleições?
Respondo aqui: Explicando pra ele que ninguém é insubstituível, e que se não fez o trabalho direito, sairá do posto.
Que o povo analise quem são os vices, pois, em alguns momentos, eles não estarão mais nos bastidores. E o que acontecerá quando forem protagonistas?
Que a graça e a misericórdia do Senhor esteja sobre o nosso país! Oro dessa forma, mesmo sabendo que a vinda de Cristo está próxima e, por isso, a tendência não é melhorar.
Mas, que Ele possa nos guardar, como pessoas, como família, como país.
PAZ, BRASIL!
#PolíticaBrasileira
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