quarta-feira, 28 de novembro de 2007
Fazendo (radicalmente) a diferença!
Por isso, indico o livro abaixo. É só fazer o download através desse endereço... leitura rápida, boa e muito proveitosa. Ele pode mudar a vida de muitos que ainda não abriram os olhos para o melhor que Deus tem para nós.
http://www.geracaobenjamim.com/uploads/biscoitolivro.pdf
O Senhor tem o excelente para nossas vidas, mas para chegarmos até lá, requer esforço. Algo que deveria ser natural, foi distorcido pelo mundo. Através desse livro, temos mais uma experiência que nos dá base para identificarmos que realmente o Compromisso é a visão de Deus para os relacionamentos.
Totalmente radical, o autor relata no livro a sua experiência pessoal e conta como conseguiu resolvê-la. De acordo com ele, o namoro quase destrui o seu casamento. É um livro voltado tanto para jovens solteiros, quanto para casais.
Leia alguns trechos... e depois.... leia o livro todo!! Vale a pena!!
"Namoro está destruindo uma geração de casais e uma geração de
jovens que querem um dia se casar."
"Jesus falou que se um homem olhasse
para uma mulher a desejando, que já estava em pecado no seu
coração. E era pecado de qualquer jeito. Ele também falou que se sua
mão direita o leva a pecar, seria melhor cortá-la e jogar fora, e assim,
entrar no céu com uma mão em vez de ir para o inferno com as duas
mãos. Isso não é óbvio? Então, por que tanta confusão? Vamos
chamar o pecado de pecado e parar de tentar justificar as obras da
carne."
"Não compre as mesmas mentiras que a minha geração comprou e está
pagando um preço muito alto na medida de um em três casamentos
falindo. Sua geração não precisa fracassar nessa área só porque a
minha fez antes. Aprenda com nossos erros. E se algum adulto lhe
quer estimular a namorar e pecar, com gentileza deixe-o saber que
você quer mais para a sua vida, para a sua geração."
Fonte do livro: Site Geração Benjamin
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
Que valor os universitários dão para o seu curso?

Pergunta difícil!
E de onde surgem as oportunidades? E como acontece a seleção nas empresas? Será que é o currículo ou é o Q.I. que vale? (Q.I. no sentido de “Quem Indica”, claro...) É óbvio que os dois juntos fazem uma grande diferença. Aliados à experiência, melhor ainda.
No mundo de hoje, na cidade de Juiz de Fora, por exemplo, com diversas faculdades e centenas de jovens se formando no mesmo curso a tensão aumenta a cada dia, e cada experiência, seja um estágio ou um trabalho dado por algum professor, deveria ser um incentivo aos estudantes, o que muitas vezes não acontece.
Alguns acham que os professores não podem passar muitas tarefas na faculdade. “Eu trabalho o dia inteiro, não tenho tempo para fazer tudo isso!” Essa frase é comum. Faz sentido. Realmente é muito complicado trabalhar o dia inteiro e ainda ter que fazer trabalhos e mais trabalhos. Mas, ao ingressar no Ensino Superior, será que as pessoas que falam esse tipo de coisa não pensaram que iam viver isso?
O ideal seria que todos pudessem cursar a Universidade e “ficassem por conta” de estágios e afazeres do curso, o que não é possível muitas vezes. No entanto, observa-se, ainda, que aqueles que podem viver dessa maneira acabam por não aproveitar tal oportunidade (graça maravilhosa concedida a estes, e desperdiçada).
Cobrar da faculdade é fácil. Dizer que a instituição é ruim e que os professores abusam, é mais ainda. Mas, cumprir com as obrigações, por mais difícil que possam parecer em alguns momentos, vale a pena. Se, realmente, não for possível, conversar com o professor educadamente e demonstrar uma vida acadêmica que condiz com o que se discute é o melhor a fazer.
Oportunidades estão sendo “jogadas no lixo” quando não nos esforçamos para cumprir as tarefas designadas. Em alguns momentos, podem parecer, a princípio, inúteis, mas um dia se precisará delas, nem que seja pra “engordar” o portifólio (essencial para o currículo). Um bom portifólio, em certas situações, fala mais alto que o Q.I (sem generalizar, claro).
Mas, honestamente, não é mais interessante saber que conseguimos um cargo por mérito próprio? Cada oportunidade deve ser vista como um degrau para o sucesso, por mais alto, estreito ou complicado ele seja para se subir.
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
O jornalismo destruidor
No momento em que o repórter transmite a informação, é inevitável que o seu ponto-de-vista esteja retratado durante a matéria. Com certeza ele estará subentendido em meio ao texto, não sendo permitido, porém, a deturpação das informações. É necessário que o jornalista busque fontes que analisem todos os lados do acontecimento, fazendo com que o resultado final de sua matéria seja o mais fiel e imparcial possível. Porém, temos que deixar claro que a total imparcialidade do profissional é algo que se torna impossível devido à sua experiência de vida, seus credos, etc.
Muitos profissionais, no entanto, distorcem as informações ou, nem mesmo, buscam apurá-la para constatar se esta é verdadeira. Com isso, acabam narrando fatos incompletos e, até mesmo, inverídicos. Eles se vêem no direito de tornar histórias que não chamariam tanta atenção em histórias “boas e interessantes” para o consumidor daquela notícia. Tudo, para venderem mais ou aumentarem sua audiência.
O jornalista sempre corre o risco de sentir-se um deus, pois ao lidar com um fato, pode acabar por julgar ou tirar conclusões infundadas acerca dele. Muitas vezes, essas atitudes anti-éticas acabam atrapalhando ou destruindo a vida de pessoas inocentes.
Um caso muito conhecido no Brasil foi o da Escola Base em São Paulo. Que, em 1994, a mídia começou a propagar que as crianças que ali estudavam estariam sendo abusadas sexualmente. Isso levou ao fechamento da Escola e a completa decadência dos proprietários do estabelecimento. Ao final, o inquérito policial foi finalizado por falta de provas, ou seja, as acusações eram infundadas. Em 2002, o STJ declarou a indenização que o Estado de São Paulo teria que dar a cada um dos três proprietários: R$660 mil. Mas essa sentença não é suficiente para refazer a vida dessas pessoas, massacradas moralmente.
Não são todos os profissionais que seguem a risca a ética jornalística. Alguns não se importam em pisar em outras pessoas, contanto que se tornem conhecidos. É preciso apurar os fatos e publicar somente a verdade, para que a curto ou longo prazo todos possam ganhar com o trabalho dos jornalistas: eles próprios, pois serão reconhecidos por sua ética; os consumidores da notícia, pois não serão enganados e os personagens do fato em questão, pois não terão suas vidas retratadas de maneira mentirosa.
quinta-feira, 11 de outubro de 2007
Pirataria é crime!?
O assunto tem sido amplamente discutido, pois engloba diversos fatores. Um deles é de que, muitas das obras comercializadas não foram nem ao menos lançadas publicamente. Um caso recente e que chama a atenção é o filme Tropa de Elite. O filme foi divulgado bem antes de ser lançado e já foi visto por milhares de pessoas, mesmo que incompleto, pois os produtores dizem ter gasto R$1 milhão a mais para finalizar a obra. Em Juiz de Fora é recorde de vendas. Em uma única semana, um dos camelôs disse ao site Acessa.com ter vendido mais de 150 cópias.
Mas, combater a pirataria pode ser muito mais do que apreender as cópias nas ruas e incinerá-las. Até mesmo por que, dias depois, lá estarão as mesmas pessoas vendendo os mesmos filmes e outros ainda. Combater a pirataria vai além dos comerciais (agora difundidos nos traillers de DVDs alugados) e apelos de que a prática é crime. É ir além da educação do povo. Ela envolve os preços dos itens. Como um CD que custa, em torno, de R$ 20 nas lojas pode competir com os falsificados, que custam, em média, R$ 5? E o que falar dos DVDs?
Nesse caso, os preços não são a única vantagem. Com a internet, podem-se assistir filmes que só foram lançados no exterior. E parece que ninguém liga para a qualidade da imagem ou do som. Alguém já assistiu a um filme pirata em que se vê, nitidamente, uma pessoa levantando um pouco mais a frente? Esses são os piores. Foram adquiridos com uma câmera escondida dentro da sala de cinema e, infelizmente, imprevistos acontecem. Existem os que são baixados da Internet, de “melhor qualidade”. Se levantássemos aqui a questão de preço, teríamos o mesmo problema dos CDs. Como competir com o cinema que custa R$ 10 se, além de ter o filme em casa pela metade do preço, ainda pode-se assistir antes de ir para a telona?Caímos sempre no mesmo ponto. Parece que produtos piratas são vantagem. O que parece importar é tê-lo antes de todos e mais barato. Mas como será o futuro das gravadoras e produtoras? Elas precisam entender que a realidade mudou e transformar suas estratégias de vendas. Não podemos dizer, também, que a culpa é somente delas. Os impostos do governo acabam por serem revertidos ao consumidor, que troca a qualidade pelo que lhe é, realmente, acessível. Com tantos culpados e sem estratégias eficientes para reverter a situação, o que fazer? Em momentos como esse, o que resta fazer é ter criatividade.
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
Livro - Filme

Para quem gosta de filmes, o lançamento de cada filme que seja de interesse é sempre uma expectativa. Mas, para quem, também, gosta de livros, saber que o filme de um dos melhores livros que já leu será lançado é um GRANDE expectativa.
É, literalmente, aliar o útil ao agradável. Melhor ainda, quando se leu o livro, tendo a possibilidade, obviamente, de me decepcionar. É claro, que a transposição da história escrita para o audiovisual, sempre modifica a história original, porém, em alguns casos, essa mudança é tão radical que "estraga" a história.
Já tive algumas decepções do tipo. Indico ler o livro antes, pois só assim poderemos fazer críticas pertinentes. Percebi que para fazer um filme atraente e que prenda a atenção de quem o assiste, muda-se o roteiro de forma a aumentar o número de efeitos especiais e desenrolar a história mais facilmente. Isso decepciona um pouco quem já leu o livro, que percebe "furos" e diversos defeitos na narrativa. Isso, porém, não impede o filme de ser bom, mas, poderia ser melhor.
Ainda assim, já é vantagem levar as grandes histórias que poderiam ficar somente nas páginas, para as telas, e não deixamos, nunca de ficar esperando os lançamentos.
Em Janeiro, "The Kite Runner" será veiculado nos cinemas brasileiros. "O Caçador de Pipas" para nós.
Vale a pena ler. Valerá a pena assistir!
